Fabiana Frayssinet, IPS / Carbono Brasil
“Negar a mudança climática, como prega uma
corrente científica mundial, é igual fazer o mesmo com o Holocausto do qual
foram vítimas milhões de judeus, alertam os promotores de um encontro de
legisladores, acadêmicos e ativistas, que acontecerá paralelamente à
Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O
deputado brasileiro Alfredo Sirkis, do Partido Verde (PV), expressou preocupação
pelo que qualifica de uma “forte ofensiva” nessa linha de negação, que atribui
a “uma visão lançada em Londres pela indústria do carvão e do petróleo” e por
setores norte-americanos do opositor Partido Republicano ou vinculados ao
movimento direitista Tea Party.
“A ‘negação climática’ é tão patética quanto a do Holocausto ou a dos médicos que, no passado, pagos pela indústria do tabaco, declaravam nos jornais e na televisão que não estava comprovado efetivamente que fumar causa câncer de pulmão”, disse Sirkis à IPS. Esta nova visão sobre a mudança climática não tem “nenhum respaldo científico sério”, alertou. Algumas dessas vozes argumentam que os ciclos de aumento e redução do gelo no mar Ártico demonstram que o aquecimento global é um mito e que, pelo contrário, haverá um esfriamento planetário até o final deste século.
Para o deputado, embora essa opinião represente uma “faixa totalmente marginalizada” da comunidade científica e relativamente pequena da opinião pública, “tem sua estridência e nunca é demais chamar a atenção para isso”. Sirkis falou à IPS por ocasião do lançamento, no dia 21, da Rio Clima (Rio Climate Challenge), reunião que acontecerá entre 14 e 17 de junho, no Rio de Janeiro, paralela à Rio+20, que será realizada de 20 a 22 do mesmo mês. Segundo explicou, com essa iniciativa se busca conseguir que um tema importante como a mudança climática “não passe em branco” na Rio+20, onde não será abordada de forma direta, mas que vai “pairar sobre ela como um fantasma”.
“A ‘negação climática’ é tão patética quanto a do Holocausto ou a dos médicos que, no passado, pagos pela indústria do tabaco, declaravam nos jornais e na televisão que não estava comprovado efetivamente que fumar causa câncer de pulmão”, disse Sirkis à IPS. Esta nova visão sobre a mudança climática não tem “nenhum respaldo científico sério”, alertou. Algumas dessas vozes argumentam que os ciclos de aumento e redução do gelo no mar Ártico demonstram que o aquecimento global é um mito e que, pelo contrário, haverá um esfriamento planetário até o final deste século.
Para o deputado, embora essa opinião represente uma “faixa totalmente marginalizada” da comunidade científica e relativamente pequena da opinião pública, “tem sua estridência e nunca é demais chamar a atenção para isso”. Sirkis falou à IPS por ocasião do lançamento, no dia 21, da Rio Clima (Rio Climate Challenge), reunião que acontecerá entre 14 e 17 de junho, no Rio de Janeiro, paralela à Rio+20, que será realizada de 20 a 22 do mesmo mês. Segundo explicou, com essa iniciativa se busca conseguir que um tema importante como a mudança climática “não passe em branco” na Rio+20, onde não será abordada de forma direta, mas que vai “pairar sobre ela como um fantasma”.
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7 comentários:
ninguem nega a mudança climatica. ela acontece, é cíclica mas cientificamente e seriamente falando a intervençao humana nela é muito pequena. o Homem destroi e polui mananciais, dssmata, causa desequilibrios ecologicos e extingue especies o que precisa ser debatido mas clima... é outra conversa
Exatamente. Eu ia comentar a mesma coisa que o Anônimo de cima. Quando se trata de clima global, as interferências antrópicas são insignificantes. Para quem quiser pesquiser mais a fundo e busca dados mais científicos, recomendo o site www.junkscience.com
efeito estufa: fenômeno natural que sem ele não haveria vida na terra e varia constantemente.
aquecimento global: mentira inventada pelos países desenvolvidos para frear o crescimento dos subdesenvolvidos
usar falácias deste tipo, comparando uma coisa qualquer com outra é exatamente a prova de que o aquecimento é uma mentira.
Faltam argumentos sólidos, então usa-se falácias.
Claro porque tanto a mudança climatica quanto o holocausto não existem, pelo menos não da forma que a mídia alardeia.
Luiz Carlos Molion gostaria muito de ler/ver estes comentários.
claro que é um politico safado falando a favor do efeito-estufa. ele deve ser o primeiro a assinar contra o efeito,igual o bush fez
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